5 razões para ir ver o filme de “Violetta” com os seus filhos

Se tem filhos pequenos, de certeza que está familiarizado com o fenómeno “Violetta”. Também saberá que há um filme e que está prestes a estrear.

“Tini – Depois de Violetta” chega esta quinta-feira às salas de cinema portuguesas. O filme funciona como sequela da série-fenómeno da Disney e também como uma metáfora para a metamorfose pessoal e artística da protagonista, Martina Stoessel (Tini, como é apelidada pelos fãs incondicionais da série argentina, exibida em Portugal no Disney Channel).

“Tini – Depois de Violetta” tem música, romance, números de dança para serem vistos, revistos e imitados ad nauseam. Tudo o que os mais pequenos adoram na série que, entre 2012 e 2015 (a terceira temporada ainda está em exibição entre nós), conquistou milhões de fãs, desde a América Latina até ao Médio Oriente.

Mas há também boas razões para os adultos se divertirem e deixarem encantar com “Tini – Depois de Violetta”

1 – As paisagens da Sicília

O filme foi rodado entre Madrid e o sul de Itália. Há montanhas, praias escondidas entre rochedos, casas típicas de pescadores e até cenas rodadas no anfiteatro de Taormina, construção helénica que é Património da Humanidade. A aldeia de Giarre e a Tonnara di Scopello (zona protegida que conserva vestígios da tradicional pesca do atum, entretanto desaparecida) também surge no filme como verdadeiras personagens.

2 – O pai de Violetta

Se, para as jovens fãs da saga “Violetta”, León (Jorge Blanco) e Caio (Adrián Salzedo) são os galãs de serviço, para as mães, a participação de Germán (interpretado pelo ator argentino Diego Ramos), o pai de Tini, proporcionará alguns momentos de suspiros.

3 – As roupas

Connie Balduzzi foi a responsável pela criação de guarda-roupa do filme, que é tão variado e colorido que mais parece um permanente desfile de moda. “Pareceu-me que seria interessante criar um mundo intemporal, por isso misturei peças dos anos 40, 50 e 60 com roupas atuais para criar um universo no qual o filme se encaixasse”, explica a designer. Ao contrário dos modelos usados na série, de corres berrantes e cortes exagerados, Tini exibe criações de inspiração boho chic. Já Ludmilla (Mercedes Lambre), com o seu estilo à la Carrie de “O Sexo e a Cidade” e a vilã Melanie (Sofia Carson) apresentam visuais mais urbanos.

4 – a música e a dança

Quem nunca dançou e cantou em segredo, às escondidas dos filhos, êxitos como “En Mi Mundo”, “Cómo quieres” e “Veo veo” ? “Tini – Depois de Violetta” não é um musical mas não faltam os momentos em que as personagens irrompem em momentos de canto, dança e coreografias coletivas. “Siempre brillarás” é a canção central do filme e é também o primeiro single do álbum de estreia de Martina Stoessel, lançado a 29 de abril. Mas há também outras canções originais, como “Light your Heart” e “Night of the Fireflies”.

5 – as dúvidas existenciais

Traição, uma nova paixão, que caminho profissional seguir. Estas são alguns dos temas abordados na longa-metragem e com os quais todos se vão poder identificar. Tini está no auge da sua carreira, mas um agente sem escrúpulos quer empurrá-la até ao limite da exaustão. Para piorar o cenário, o namorado, León, que está em Los Angeles a gravar o seu primeiro disco, poderá tê-la traído com a norte-americana Melanie. Pelo meio, e quando Tini foge de tudo e de todos e se refugia na Sicília, surge Caio, por quem a protagonista se vai apaixonar.

 

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