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Patrícia Sequeira, a mulher de o ‘Jogo de Damas’

No dia em que o filme ‘Jogo de Damas’ chegou ao cinema, a realizadora, Patrícia Sequeira, revelou o porquê de a sua primeira longa metragem reunir cinco mulheres: Rita Blanco, Maria João Luís, Ana Nave, Ana Padrão e Fátima Belo. “Estas cinco atrizes são, antes de mais cinco mulheres que admiro, cinco amigas e a escolha deve-se a isso. Conheço-as da televisão e vêm de trabalhos que fizemos anteriormente, em particular de uma novela em que estavam as cinco”, afirma.

Nesta primeira longa-metragem que coloca em evidência “um jogo de escolhas”, Patrícia Sequeira, a coordenadora de projeto da SP Televisão e que é responsável por projetos como ‘Terapia’ (em exibição na RTP1) quis, mais do que fazer um filme, fazer “um exercício”. “Quis que além de atrizes, elas pudessem ser criadoras e de forma ativa”, refere ainda a mesma responsável de projetos como ‘Sol de Inverno’ ou ‘Mar Salgado’ (ambos da SIC).

Rodado em dez dias, ‘Jogo de Damas’ começou a ser prepara do dois anos antes, com cada uma das atrizes a ir desenhando as personagens a que iriam, mais tarde, dar corpo. Depois, reuniram-se num turismo rural em Alcácer do Sal e deram vida a uma história de perda.

Maria João Luís, uma das cinco protagonistas deste filme

Maria João Luís, uma das cinco protagonistas deste filme

“Jogo de Damas faz um paralelismo entre um jogo de escolhas. É um filme que nos faz pensar em vários temas, é um filme que parecendo simples toca Deus, a ideia de Deus, a morte para falar da vida e as relações das amizade, que acho importantíssimas”, afirma Patrícia Sequeira. “Espero que o público se sinta tocado aqui e ali e que possa trazer qualquer coisa do filme quando sair da sala de cinema”, antecipa.

CARLA BERNARDINO