8 alimentos que são anti-inflamatórios

Já todos sabemos que as inflamações ocorrem no organismo aquando uma infeção, ataque externo ou lesão, e provocam inchaço, vermelhidão e dor. Menos comum é pensar que aquilo que ingerimos também poderá condicionar o estado inflamatório celular, simplesmente porque não é visível e dificilmente mensurável.

A boa notícia é que se escolhermos os alimentos certos, estes funcionam como medicamentos e, além de ajudarem a equilibrar a produção hormonal, controlam o processo inflamatório responsável pelas doenças que mais matam no mundo, entre as quais as cardiovasculares, a diabetes e até Alzheimer, artrite ou obesidade.


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Quem o defende é o bioquímico norte-americano, Barry Sears, investigador da Universidade de Boston e do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), criador da célebre diet zone, seguida por Jennifer Aniston e Sandra Bullock, que alerta: “Vivemos uma expansão global de inflamação celular causada pelo ómega 6, presente em gorduras como óleo de soja, óleo de milho, entre outras saturadas, e pelos hidratos de carbono simples, como pães, massas, batatas, todos os alimentos com farinha branca (sobretudo devido à presença do glúten) e laticínios”.

O programa alimentar proposto por Sears consiste na “evolução da dieta mediterrânica”, já que adota os alimentos que a integram, mas em proporções específicas (40% de hidratos de carbono, 30% de proteínas e 30% de gorduras saudáveis). Não é novidade, mas continua a fazer sucesso, e desde a sua criação talvez um dos regimes mais revolucionários seja o que advoga a recuperação dos hábitos alimentares que remontam ao Paleolítico.

A dieta hoje muito em voga, defendida por Loren Cordain, professor no Departamento de Ciência da Saúde e do Desporto da Universidade de Colorado e autor do livro “A Dieta do Paleolítico — O livro que revelou o poder da alimentação ancestral” defende que estamos geneticamente apenas preparados para ingerir o mesmo que os nossos caçadores-recoletores. Quem a seguir deverá ingerir sobretudo carne, peixe, legumes, sementes e fruta fresca ou seca, de preferência orgânica. O pão, cereais, leguminosas e processados são abolidos. Ou seja: os alimentos que provocam inflamação e alimentam as células de toxinas e água, contribuindo também para o excesso de peso. A boa forma de Jessica Biel e de Mathew McConaughey, fiéis seguidores, confirmam a eficácia deste regime.

Certo é que, mais milénio menos década ou dieta da moda, nem tudo está perdido e a natureza encontra-se plena de alimentos que promovem a saúde e ajudam a recuperar situações de debilidade. Ana Rita Lopes, nutricionista do Hospital Lusíadas Lisboa, elegeu aqueles que devemos integrar todos nos dias no nosso cardápio dadas as suas características anti-inflamatórias. Quer saber quais são?

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