A mulher viajante de Pedro Pedro

Os tons de areia fazem lembrar o deserto, uma viajem solitária e “tortuosa” como Pedro Pedro nos descreveu depois do desfile. Das silhuetas saltaram à vista os vestidos e camisolas que podem ser usados de duas formas.

As peças apresentadas com uma gola alta caída sobre o peito e as costas abertas usadas como abertura para o pescoço podem ser usadas de forma tradicional, como vestidos de gola alta e costas com abertura. Também algumas camisolas surgiram na passerelle de forma surpreendente, com as mangas a dar um nó nas costas, sem que deixem de poder ser usadas de forma tradicional.

Outros detalhes de confeção foram as rachas amplas e arredondadas das saias tornando-as desiguais, os botões, assimetrias, bainhas desfeitas, os bolsos e as malhas desfeitas. As silhuetas quiseram-se leves e fluidas com muitas malhas finas, veludos de tons claros e algodões. A rigidez chegou com o tweed de linho em peças mais estruturadas. Vimos vestidos camiseiros, saias, calças amplas, trenchcoats, casacos finos e vestidos.

Uma coleção completa que começou por apresentar os tons rosas e foi evoluindo depois para os amarelos e castanhos, a paleta cromática perfeita para esta reinterpretação do universo de David Lynch.

Percorra a galeria de imagens acima clicando sobre as setas.

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