A tendência de decoração: vermelho, cor-de-rosa, florais e dourado

Um certo ar feminino, não afeminado – são coisas diferentes –, perpassam pelas propostas de muitas das marcas relevantes no mercado. Já não há espaço para o afeminado; ninguém hoje em dia tem tempo para escrever numa secretária Luís XV, olhando para a jarra cloisonné onde murcham peónias, mordiscando o lápis castanho com monograma dourado, assinado, vestindo um pegnoir em cetim e rendas.


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A decoração no feminino de agora não precisa de ser mais dura, seca ou virilizada, como aliás nem a própria mulher, para ser igualmente efetiva e meritória. Homens e mulheres são, desde sempre e para sempre, entidades distintas, e nada pior para o género que querer imitar o outro. Ser o ‘outro’ não faz dele certo, certo? Mas um espaço delas tem sempre que ser um pouco mais confortável, acolhedor e levemente excessivo. Levemente, lembre-se, feminino, não afeminado.

Vermelho, cor-de-rosa, florais e dourado são a espinha dorsal da tendência. Muitos foram os clássicos reeditados com estas cores e acabamentos, quase tantos quantos os novos desenhos de raiz. E depois da febre da cor de cobre de 2016 e 2015, o metal ruivo adoça para uma espécie de ouro rosado, a meio caminho entre o ouro e o cobre.

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