Anna Kendrick. Possivelmente, a mulher mais atarefada de Hollywood

É difícil acreditar, mas Anna Kendrick, aos 30 anos, já fez quase tantos filmes como Tom Cruise – faltam-lhe cinco para igualar as contas. Só este ano, a atriz vai figurar em seis produções diferentes, destaca o site ‘Vulture’. Aliás, ainda há poucos meses andava a saltitar das gravações de ‘The Accountant’, que protagoniza ao lado de Ben Affleck, para o set das comédias ‘Table 19’ e ‘Mulheres Procuram-se Para Ir a Casamento’.

Pelo meio, foi apostando na variedade. Para além do filme independente ‘Happy Christmas’, e de ter emprestado a voz à animação ‘Trolls’, Kendrick voltou ainda ao franchise ‘Um Ritmo Perfeito’, cujo terceiro capítulo está a ser filmado e deverá chegar às salas de cinema no final do próximo ano.

Foi precisamente com um franchise, em 2008, que a sua carreira deu um salto vertiginoso. A Jessica da saga ‘Crepúsculo’ cativou os realizadores mais atentos, de tal forma que no ano seguinte já partilhava o ecrã com George Clooney, em ‘Nas Nuvens’, papel que lhe valeu uma nomeação aos Óscares. “Para algumas pessoas, eu era apenas aquela rapariga que trabalhou com a Kristen [Stewart] e o Rob [Pattinson]. E para outras, eu era a rapariga que fez todos os outros filmes. Havia muito pouco consenso”, frisa.

“Se aceitarmos fazer oito filmes, corremos o risco de perder qualidade. A Anna não tem esse problema. Ela assegura sempre as pessoas com quem está a trabalhar de que vai ser exceder as expetativas. E isso é incrivelmente raro”, conta John Krasinski, que contracena com a atriz em ‘The Hollars’, filme a ser lançado em agosto nos EUA.

Apesar do inegável sucesso de que tem gozado deste então, Anna está consciente de que tudo pode desaparecer num piscar de olhos. Ela compara até uma carreira em Hollywood com o mercado da bolsa. “Não há como planear as coisas de forma a que estejam sempre a melhorar, porque ninguém sabe o que vai acontecer”. Por esse motivo, não se preocupa em agradar ninguém para além de si própria. “Se fosse tão simples como dizer ‘Só vou fazer projetos que vão realmente marcar o público’, eu talvez fizesse isso, mas como não há fórmula, ajo apenas para satisfação pessoal”, explica.

A avaliar pelo seu sucesso nas redes sociais – tem 7,4 milhões de seguidores no Instagram e 5,6 milhões no Twitter – a tática da atriz de 30 anos parece estar a funcionar. Por isso, quando a desafiaram para escrever um livro, há cerca de dois anos, não hesitou. ‘Scrappy Little Nobody’ chegou às bancas em abril e até agora, à semelhança dos seus projetos no grande ecrã, não desiludiu.

Nascida em Portland, no estado de Oregon, EUA, Kendrick mudou-se para Los Angeles quando tinha 18 anos, para perseguir uma carreira na representação. Desde muito nova que sabe o que quer. “Quanto eu tinha seis anos, juntei-me a um teatro de comunidade, porque quando via os miúdos a jogar futebol, bocejava”, brincou.

Hoje, sente-se “sortuda” por estar entre “uma das melhores gerações de atrizes de sempre”. Mas por vezes, sente falta do anonimato. Durante a sua mais recente entrevista à ‘New York Magazine’, publicada esta segunda-feira, admitiu: “Enviei uma mensagem ao meu irmão a dizer ‘Tenho saudades de ser uma scrappy little nobody’ [em português, algo como “zé-ninguém desleixada”]. E ele respondeu ‘Continuas a ser desleixada, apenas recebes mais emails‘”.

 

 

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