As gurus dos negócios liderados por mulheres em Portugal

Em 1997, a norte-americana Marsha Firestone decidiu fundar a Women Presidents Organization (WPO), uma organização que não só acelerasse o crescimento dos negócios liderados por mulheres como aumentasse a sua competitividade e promovesse a segurança. Hoje, 19 anos depois, a WPO conta com mais de 1900 membros em todo o mundo. Já está presente em Portugal, mas quer reforçar o número de membros em território nacional. A fundadora veio até ao nosso país para recrutar mais mulheres e conhecer várias empresas portuguesas com líderes femininos.

“Educamos para os negócios e ajudamos as mulheres a crescer profissionalmente. Queremos que cheguem a casa com ideias novas e frescas que vão permitir dar uma boa condição financeira às empresas, às próprias mulheres e às suas famílias. Tenho muitas mulheres que vêm ter comigo e dizem: ‘Nem acredito no quanto a WPO me ajudou'”, explicou Marsha Firestone no encontro da WPO, na quarta-feira, em Lisboa.


Leia também o artigo: “6 segundos são suficientes para avaliarmos o profissionalismo dos outros”


Juntas, as mulheres que fazem parte da WPO debatem problemas e fazem contactos que ajudam as empresas que gerem a crescer, pois têm a oportunidade de conhecer mulheres de negócios no mundo inteiro. Apesar de já terem um elevado número de membros, querem ser ainda mais para poderem ter mulheres de várias áreas e partilharem experiências diferentes.

“Uma das coisas que os homens fazem muito bem é o lobby entre si e nós temos de fazer isso, temos de nos suportar. Em Portugal queremos ligar as mulheres das grandes empresas às startups“, afirmou Helena de Abreu Rodrigues, a nova Chapter Chair da WPO Portugal.

Portuguesas felizes por fazer parte da WPO
Rita Nabeiro é diretora-geral da Adega Mayor, o negócio de vinhos da sua família. Na empresa faz um pouco de tudo. Assume a função de comercial e até participa na colheita das uvas. Também faz parte do grupo consultivo internacional para mulheres líderes de empresas e gosta do espírito que se vive na organização, mas garante que não é feminista.

“Não sou feminista, não acho que as mulheres sejam superiores aos homens, mas têm de ser tratadas de igual forma”, sublinha Rita Nabeiro.

Já Carla Gonçalves Pereira, diretora do projeto de consultoria SInASE, também se mostrou bastante satisfeita com a experiência que tem tido entre a WPO. “Uma coisa que adoro é a possibilidade de as mães poderem levar as crianças às suas conferências”, acrescentou.

Percorra a galeria de imagens acima clicando sobre as setas.

SUBSCREVER

Subscreva a newsletter e receba semanalmente todas as noticias de forma confortável

packshot_site

APP DELAS

Aceda por telemóvel, smartphone ou tablet as notícias, informações, num ambiente atrativo e intuitivo, compatível com o seu equipamento.

Appstore Googleplay

“6 segundos são suficientes para avaliarmos…