Charlene e Alberto do Mónaco: cinco anos de amor ou o fim de um contrato?

Há verdades que nunca se saberão. Terá Charlene Wittstock fugido do palácio real do Mónaco dias antes do seu casamento, no final de junho de 2011? Ter-se-á a ex-nadadora olímpica sul-africana apercebido de que estaria prestes a tornar-se, qual Rapunzel, prisioneira numa torre de um castelo?

Rumores nunca confirmados, como o alegado contrato que, antes de se casar, Charlene terá assinado. Um compromisso, válido por cinco anos, que incluirá duas cláusulas fundamentais: garantir um herdeiro para prolongar a linhagem dos Grimaldi e ficar casada com o príncipe durante cinco anos. A ser verdade, o prazo acaba hoje.

Charlene Wittstock, 38 anos e Alberto do Mónaco, 58, casaram-se a 1 de julho de 2011 numa cerimónia civil e, no dia seguinte, deram o nó numa celebração religiosa no palácio do Mónaco, vista através da televisão e da internet por, estima-se, um milhão de pessoas um pouco por todo o mundo. A noiva usou um vestido criado por Giorgio Armani, um dos seus estilistas prediletos.

Contos de fadas à parte, e porque a vida real é feita de decisões (nunca fáceis, nem sempre com desfechos felizes), há cinco anos, Charlene aceitou casar-se com o príncipe Alberto do Mónaco. Aquela mulher loira, alta, tímida, com ar ligeiramente desengonçado, era, depois do ‘sim’ (primeiro civil, depois religioso), a sucessora daquela que ainda é, a par da princesa Diana de Gales, o maior ícone do glamour intemporal da realeza europeia: Grace Kelly.

Voltemos àquele 1 de julho de 2011. Dois meses depois d’A Boda do Século (entenda-se, o casamento do príncipe William e Kate Middleton), esperava-se para mais uma dose de “os contos de fadas também existem na vida real”. Mais uma vez, uma plebeia casava-se com um príncipe. Uma reedição de Letizia e Felipe, Mary Donaldson e Frederik, Mette-Merit e Haakon. Mas o que se viu, durante aquelas horas, foi uma mulher profundamente triste. E um homem resignado, quase aborrecido, cumprindo protocolos. Charlene foi apelidada de “a noiva mais triste da realeza”.

Os beijos de olhos abertos. A falta de contato físico entre o casal. O Mónaco, esse pequeno rochedo ali no Mediterrâneo plantado, vestia-se de gala para celebrar a garantia da continuidade dos Grimaldi, mas nada em Alberto e Charlene simbolizava festa. E, depois, durante a lua-de-mel, na África do Sul, voltaram os rumores: o casal dormia em hotéis diferentes. A versão oficial? Questões de segurança.

O nascimento dos gémeos Jacques e Gabriella, em dezembro de 2014, parecia vir apaziguar os crescentes rumores de afastamento, a certeza oficiosa de que este era um casamento meramente contratual. As imagens do casal, feliz, em janeiro de 2015, a apresentar as crianças ao principado, davam uma ideia (efémera) de uma família unida.

Pesará para sempre o facto de Alberto II do Mónaco ter dois filhos concebidos fora do casamento. Jazmine, agora com 24 anos e Alexandre, de 12 anos, foram reconhecidos pelo príncipe, não sem antes ambas as mães (a norte-americana Tamara Rotolo e a togolesa Nicole Coste, terem levado a cabo batalhas judiciais). Algo que Charlene tinha conhecimento desde que aceitou estar ao lado de Alberto mas que, possivelmente, terá sempre sido difícil de gerir.

Esta podia ser a descrição de um casamento por conveniência dos tempos da Idade Média. Mas estamos em 2016. Talvez Charlene e Alberto se amem mesmo. De verdade. Talvez tudo não passe de uma conspiração conjunta dos media. Mas as agendas separadas, o facto de Charlene cada vez mais raramente comparecer nos eventos oficiais onde os Grimaldi marcam presença (como, por exemplo, o Baile da Rosa, o mais importante evento social da agenda monegasca) e de, entre junho e novembro do ano passado, ter-se mudado com os filhos para a Córsega, parecem indicar precisamente o contrário.

 

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