Cirurgia de reconstrução vaginal salvou casamento de norte-americana

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Foi com um testemunho na primeira pessoa que a norte-americana Ileana Figueroa revelou à revista ‘Marie Claire’ por que motivo decidiu fazer uma reconstrução vaginal. A própria admitiu que esta aparenta ser a “mais frívola das cirurgias plásticas”, mas, ao longo do seu discurso, explicou também que, no seu caso, este procedimento acabou por “salvar” o seu casamento.

“Com 30 e poucos anos, a minha vagina estava arruinada. A minha terceira filha nasceu com quase 4,5 kg e o parto provocou-me tantos danos que fiquei cinco dias internada devido a uma hemorragia”, relatou à publicação. “Perdi o controlo do meu sistema urinário. Não conseguia conter a urina quando tossia, corria ou mesmo quando dava uma gargalhada”, acrescentou.

O casamento de Ileana Figueroa ficou por um fio. A norte-americana não poupou nas palavras para descrever o desespero que sentiu. “O meu marido e eu passámos a fazer sexo de forma cada vez menos frequente, claro, e, quando fazíamos, a minha falta de sensibilidade impedia-me de atingir um orgasmo. Nem sequer conseguia contrair os músculos [vaginais] para fazer com que ele sentisse prazer. Cada vez que isto acontecia eu sentia-me triste e profundamente frustrada”, admitiu.

Tentou de tudo para resolver a situação. Fez exercícios para fortalecer a zona pélvica, comprou um pequeno aparelho para ajudar a contrair os músculos e até seguiu uma receita que viu na Internet de um chá de amêndoas, mel e canela. Mas nada resultou.

Durante este período, Ileana Figueroa descobriu que o marido a estava a trair e até ponderou avançar com o divórcio. Mas, antes disso, deu uma última oportunidade ao seu casamento e decidiu fazer um rejuvenescimento vaginal a laser. “Nem sequer considerei os riscos. As coisas não podiam ficar piores do que já estavam”.

À revista ‘Marie Claire’, a norte-americana contou que a cirurgia custou 15 mil dólares, cerca de 13 mil euros, dinheiro que poderia ter usado para ajudar a pagar a casa ou comprar um anel. Mas, naquele momento, salvar o casamento era a sua maior prioridade.

Na primeira consulta, ficou a saber como seria este procedimento, através das explicações do cirurgião David Matlock. “O laser corta os músculos das paredes da vagina e volta a reconstruí-los, para que fiquem mais apertados”. Ileana Figueroa revelou que a cirurgia demorou algumas horas, mas garantiu que “a recuperação não doeu tanto quanto imaginava”. “Tive de colocar compressas de gelo na zona, que ficou um pouco inchada, mas nem sequer precisei de tomar analgésicos”.

A norte-americana adianta ainda que teve que esperar seis semanas para voltar a ter relações sexuais. E quando finalmente aconteceu, chorou “de felicidade”. “Nunca vou esquecer. Foi como se estivesse a perder a virgindade”. O sexo, “voltou a ser normal” e “salvou” o seu casamento. “A cirurgia devolveu-me a minha vida. Foi uma das melhores decisões que já tomei”, finalizou.

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