Contracetivos: há mais métodos para além da pílula

A taxa de portuguesas sexualmente ativas que recorrem a métodos contracetivos para não engravidar é de 94%, sendo a pílula o mais comum. Mas mulheres não são todas iguais nem permanecem imutáveis durante toda a sua vida. É com base nesta máxima que é relevante vincar que os seus corpos também admitem vários tipos de métodos contracetivos e é importante aferi-los com regularidade ao longo do tempo. Por isso e excluindo métodos naturais como coito interrompido, o calendário, medições de temperatura e outros, nada melhor do que uma listagem breve sobre a diversidade da oferta existente no mercado.


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Há, porém, uma regra de ouro neste processo: ter planos mais ou menos definidos relativos à maternidade e consultar um médico especialista ou do planeamento familiar para optar pelo método que mais se adequa. E não esquecer, já agora, que é vital estar atenta aos sinais secundários na sequência do uso. E se os houver, nada como procurar e testar novas soluções. Sempre com supervisão médica!

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