Do feminismo à saúde mental: as causas da família real britânica

A duquesa da Cornualha foi considerada, pela autora Kathy Lette, feminista tendo em conta as causas que tem apoiado. “Camilla é uma feminista e isso fica claro pelas causas que ela apoia. Não só se faz rodear por mulheres fortes, como são conhecidas também as suas fortes amizades femininas”, justifica a escritora.

A duquesa tem, entre outras funções, a presidência do Festival Women of The World (WOW), que evoca as conquistas feitas pelas mulheres um pouco por todo o mundo. “Sabemos que não tem sido fácil para as mulheres, em particular para as que estão sob os holofotes dos media, falar abertamente sobre estes temas, mas basta olhar para a nossa presidente e para a maneira como ela fala sobre o feminismo e como o faz”, afirma Jude Kelly, fundadora daquela organização.

Num outro eixo muito distinto, o príncipe William e a duquesa de Cambrigde, Catherine, pugnam pela saúde mental e juntam esforços para angariar fundos para a causa. “Foi-me explicado que cinco pessoas por dia tentam suicidar-se. Estas estatísticas deixam-me absolutamente surpreendido”, afirmou o príncipe no final desta semana”.

Catherine, mais atenta às matérias de saúde mental nas crianças, crê que grande parte dos problemas começa exatamente na infância. “A saúde mental tem, para ambos, inúmeros aspetos e é um tema tão amplo que precisamos de fazer algo em torno disso”, considerou o príncipe.

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