“Ninguém vai louco, a correr, comprar um wisky depois de ir ao festival.”

Rita Maçana é group brand manager da William Grant’s and Sons, da empresa de bebidas Prime Drinks, e é por isso que dá a cara nestes dias pelo Grant’s Stand Together. O festival tem o mesmo formato há 6 anos e o mesmo apresentador – o ator Joaquim de Almeida – mas muda sempre de convidados. A ideia é que cada pessoa que sobe ao palco conte uma história inaudita, pessoal, que pode ser alegre ou triste. E quem é que vai estar no Cinema São Jorge, em Lisboa, a 23 e 24 de junho? Ana Sofia Martins, Samuel Úria, Diogo Beja, Sam the Kid e Luísa Sobral. Depois no Porto, a 1 e 2 de julho, é Serralves que recebe este festival de contar contos e os protagonistas aí são António-Pedro Vasconcelos e Ricardo Trêpa, Capicua, Pedro Tatanka, Tomás Wallenstein e Jorge Corrula.

Rita Maçana não tem só um festival, nem tem só uma marca para gerir. Diz que é por isso e por trabalhar marcas com conceitos tão narrativos que gosta tanto do que faz. Gerir equipas, gerir projetos é um desafio que apaixona.

Como é que este festival Grant’s Stand Together ou os piqueniques do gin Hendrix se enquadram num plano de marketing de uma marca. O que é que estas iniciativas trazem às marcas?

É muito importante para nós primar pela diferença, trazendo experiências e histórias para contar aos nossos consumidores, ou mesmo a quem não nos consome mas tem curiosidade em nos conhecer. As marcas da Williams Grants têm todas uma história, o Hendrix, o Grants, surgem numa família com mais de 125 anos neste ramo. Esta forma de estar com os consumidores através de experiências é absolutamente natural. No último sábado estivemos no Porto com A Cidade Labiríntica do Senhor Pepino, da Hendrix, e mais uma vez voltámos a contar histórias ao consumidor, tínhamos várias etapas onde ele passavam.

Qual é o retorno que uma iniciativa deste género dá a cada marca? É possível aferi-lo em vendas?

Imediatamente depois, não. Ninguém vai louco, a correr, comprar um wisky Grant’s depois de ir ao festival. Naturalmente, quando vai a um bar e vê um Grant’s relembra uma boa experiência e vai, com certeza, comprar e querer relembrar essa experiência boa que teve. Acredito que este investimento tem um retorno em vendas, pode é não ser tão imediato como uma campanha publicitária.

O Grants Stand Together é um festival diferente dos demais? Porque é que se repete há tantos anos?

A ideia do storytelling, de contar histórias, surgiu há oito ou nove anos, se não mais, como um conceito que a marca queria desenvolver internacionalmente. Portugal foi um dos países que agarrou este conceito com unhas e dentes. Começou por ser um encontro muito pequenino, numa livraria e depois tornou-se, há seis anos, num festival. Não foi uma ideia pensada apenas para o País mas Portugal é dos países que ainda tem este festival.

E cresceu tanto que o ano passado foi para o Porto.

Sim. E este ano vamos lá estar outra vez. É uma evolução que se vai fazendo devagarinho, como vai tendo sucesso, já esgotámos salas, como cada vez mais convidados querem vir, cada vez temos mais retorno dos media, tem corrido muito bem. Além disso trazemos coisas de carateres diferentes ao festival, não é só contar histórias.

Há um ciclo de cinema, não é?

Sim. Em Lisboa temos a mostra de cinema organizada pelo Rui Pedro Tendinha e um ciclo de conversas íntimas – este ano temos a Rita Blanco com a Inês Menezes e na segunda noite vamos ter a Anabela Mota Ribeiro com a Ana Bacalhau e a Isabel Abreu. Como em Serralves o espaço é mais pequeno, aí vamos ter apenas o storytelling.

 


 

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