Hillary Clinton: 10 mulheres que deram milhões à campanha democrata

Hillary Clinton, a candidata democrata à presidência dos Estados Unidos, pode vir a tornar-se em novembro, a primeira mulher presidente da história do país e a segunda mulher a exercer o cargo na América do Norte (a primeira foi a canadiana Kim Campbell, em 1993).

A ex-secretária de Estado tem um forte apoio – não só político como também monetário – de algumas das mulheres mais ricas do país.

Eis uma lista, divulgada pela ‘Forbes’ de dez das mulheres que estão – publicamente – a apoiar monetariamente a candidata democrata à presidência:

Laure Woods: a apoiante que já doou mais dinheiro a Hillary Clinton até à data. Uma investigadora clínica e filantropa, que já doou pelo menos 5,6 milhões de euros à campanha democrata. Desde junho último, a investigadora investiu mais de dois milhões de euros em Clinton. Laure Woods foi também uma das pessoas que mais doou à campanha do primeiro presidente negro dos Estados Unidos, Barack Obama.

Cheryl Saban: a psicóloga e ativista pela igualdade de género já deu cerca de 4,5 milhões de euros à campanha democrata. Em conjunto com o seu marido, Haim Saban, um produtor de televisão do Egito com uma fortuna estimada em 2,5 mil milhões de euros, já doou mais de 10 milhões de euros a Hillary.

Alice Walton: filha do falecido Sam Walton, fundador e antigo dono da cadeia de lojas de comércio a retalho Wal-Mart, apoiou Hillary Clinton com 310 mil euros. A segunda mulher mais rica do mundo – segundo a ‘Forbes’ – mantém um relacionamento próximo com a candidata democrata. Alice apoiou Clinton nas eleições presidenciais de 2008. Nesse ano, ao contrário de 2016, Hillary não conseguiu representar o seu partido na corrida à presidência, perdendo as primárias para Barack Obama.

Marilyn Simons: presidente da Fundação Simons, que se dedica à pesquisa científica e matemática e mulher do 50º homem mais rico do mundo, James Simons, matemático e investigador, Marilyn já investiu – em conjunto com o marido – mais de três milhões de euros na campanha de Clinton. Simons doou também perto de 440 mil euros à Fundação Women Vote!, uma organização que apela ao voto feminino nas candidatas democratas.

Mary Pritzker: membro da família multimilionária Pritzker, Mary já investiu cerca de 3,5 milhões de euros na campanha de Hillary. Recentemente, durante uma entrevista à ‘Newsweek’ (revista semanal norte-americana), disse que estava preparada para fazer tudo o que fosse legalmente possível “para ter a certeza que é Hillary a chegar à Casa Branca e não Donald Trump”.

Marsha Laufer: com um doutoramento em fonoaudiologia (estudo da voz, da audição e dos distúrbios associados), Marsha Laufer deu até à data quase 900 mil euros à campanha de Hillary Clinton e ainda perto de 100 mil euros à fundação Women Vote!.

Amy Goldman: doutorada em psicologia clínica, Amy faz parte da 16ª família mais rica dos Estados Unidos. A filha de Sol Goldman já doou mais de dois milhões de euros durante as eleições. Desse valor, 900 mil foram para a Planned Parenthood Votes, um comité de ação política que se foca no voto a favor das mulheres candidatas.

Patricia Stryker: Patricia e o irmão Jon são multimilionários herdeiros da Stryker, empresa que desenvolve tecnologia e equipamento médico. Stryker já investiu 1,7 milhões de euros na vitória democrata nas eleições e, desses 1,7 milhões, 1,3 foram dados à campanha de Hillary.

Barbara Lee: filantropa e colecionadora de arte, Barbara Lee há décadas que tem tentado colocar uma mulher à frente da Casa Branca. Lee tem também uma organização sem fins lucrativos em prol da igualdade de género na política. A ativista disse recentemente numa entrevista à ‘Boston Magazine’ que a sua avó, que nasceu antes das mulheres poderem votar, a inspirou nas suas escolhas políticas. “Ela foi votar nas primeiras eleições em 1920 e depois disso nunca parou, durante 72 anos”. Até agora, Barbara já deu mais de um milhão de euros à campanha da ex-secretária de Estado.

Joanne Egerman: mulher de Paul Egerman, um empreendedor na área de software, Joanne, tal como Amy Goldman, não doou o dinheiro diretamente a Hillary Clinton mas à organização Planned Parenthood Votes. Egerman doou cerca de 350 mil euros.

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