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A incrível história de Amanda Knox em novo documentário da Netflix

Netflix

A norte-americana que foi acusada de matar a colega de quarto e, depois de quatro anos na prisão, ilibada, é a protagonista do filme

O nome de Amanda Knox esteve, entre 2007 e 2011, em todas as primeiras páginas dos jornais norte-americanos, nas aberturas de todos os noticiários. Agora, a jovem é a protagonista de um dos quatro novos documentários produzidos pela plataforma de streaming Netflix.

Em 2007, Knox, na altura com 19 anos, vivia em Perúgia, Itália, onde se encontrava a estudar. Em novembro desse ano, o corpo da britânica Meredith Kercher foi encontrado na casa que partilhava com Amanda Knox e outros estudantes. A norte-americana e o namorado, o italiano Rafaelle Sollecito, foram acusados de homicídio. Ela foi condenada a 25 anos de prisão e ele a 26.

Posteriormente, em 2011, e após recurso e apresentação de novas provas, Knox e Sollecito foram ilibados do crime. Mas as dúvidas persistem sobre o que se passou verdadeiramente naquela noite. Jogos sexuais, agressões, violência psicológica alegadamente sofrida na prisão e um romance entre uma norte-americana e um italiano, ingredientes perfeitos para um documentário de sucesso.

‘Amanda Knox’ chega a todos os países onde está presente a Netflix a 30 de setembro, sendo antes apresentado no início do mês no Festival Internacional de Cinema de Toronto. Nesse evento, a plataforma de streaming liderada por Reed Hastings divulgará também mais três documentários:

‘The Ivory Game’: Com Leonardo diCaprio como produtor executivo, o documentário é centrado no tráfico ilegal de marfim em África e na extinção dos elefantes que são mortos por causa deste material.

‘Into the Inferno’: O realizador alemão Werner Herzog une-se ao vulcanólogo Clive Oppenheimer para mostrar a estreita (e nem sempre pacífica) relação da Humanidade com os vulcões.

‘The White Helmets’: Documentário filmado em Aleppo e na Turquia sobre os Capacetes Brancos, voluntários não-remunerados que ajudam a salvar vidas na guerra síria.

Raquel Costa // Fotografia: Andrew Kelly / Reuters