Jessica Athayde: “Não quero mais para as mulheres. Quero apenas igualdade”

Para a estrela da TVI, a desigualdade entre homens e mulheres é um dos temas mais fraturantes da sociedade civil. “Gostaria que houvesse igualdade para todos. Não quero mais para as mulheres. Quero apenas igualdade”, explicou Jessica Athayde ao Delas.pt

Um outro tema que mais preocupa a atriz da estação de Queluz de Baixo é a violência doméstica, sendo uma temática com um “espaço especial” na sua vida. “Tive um ano numa série a fazer uma personagem que retratava justamente essa realidade [Jessica Athayde interpretou Bárbara na novela da TVI ‘Mulheres’], onde pude acompanhar de perto vários casos da APAV”, recordou.

Jessica Athayde é embaixadora de uma conhecida marca de iogurtes e por isso marcou presença, ontem, no espaço Village Underground, em Lisboa, para fazer parte de uma iniciativa proporcionada pela marca que é, ao mesmo tempo, inédita em Portugal: a gravação de videoclipe ao vivo para o Facebook. O evento, que incidiu no Dia da Mulher, teve como propósito “reforçar a importância do amor-próprio” do sexo feminino e permitir, por isso, “atrair o melhor da vida”, pode ler-se na comunicado emitido pela marca de produtos alimentares.

A atriz manteve um ambiente familiar no local das gravações, contando com a participação de amigos de longa data. Foi, aliás, a intérprete que sugeriu Vitor Fonseca, mais conhecido por Cifrão, para ser o responsável da coreografia que envolveu 40 bailarinos. Os HMB, banda responsável pela banda sonora desta iniciativa, já são conhecidos da estrela da TVI de outras andanças.

“Por causa do blog [Jessy James] já ando a fazer umas brincadeiras com eles há algum tempo”. “Foi um casamento feliz”, frisou a atriz.

Héber Marques, vocalista do grupo aceitou participar, de imediato, no projeto. “Quando nos convidam para fazer estas coisas meio malucas nós aceitamos”, diz, entre risos. O tema, ‘Porque me Amo’, é uma adaptação de uma música [‘Não Me Leves a Mal’] do nosso mais recente álbum [‘Mais’]. Segundo o vocalista da banda, Héber Marques, a letra sofreu “pequenas alterações”. “Foram pequenos toques para que ficasse mais feminina”, explicou. Satisfeito com o resultado final, o músico garante que é “uma experiência a repetir”. Marques considera que este tipo de iniciativas são importantes para enaltecer o papel da mulher na sociedade.

“A mulher deve ser celebrada sempre”, acrescenta.

Já Cifrão revela que os ensaios foram exigentes e, por isso, acusa algum cansaço. “Estamos desde as 9 horas da manhã e foi a loucura até à hora do direto [ontem, quarta-feira], com ensaios, andar a coordenar os bailarinos todos e a marcar tudo. Estou um pouco cansado, mas feliz porque penso que correu muito bem. [O ambiente] estava com uma energia incrível e penso que é uma boa dedicatória às mulheres”. “O resultado final não podia ter corrido melhor e de todas as vezes que ensaiamos, [o direto] foi a vez que correu melhor”, acrescenta.

Terminada a experiência, Jessica Athayde fez um balanço positivo da sua participação. “Foi espetacular. Incrível. Foi das experiências mais fora [da caixa] que já tive, porque nunca fiz um videoclipe ao vivo, em direto [para o Facebook] da minha vida. Aliás, em Portugal nunca foi feito. Foi uma experiência muito gratificante”. “Queríamos passar a mensagem de quando nos sentimos bem connosco mesmos e que quando nos amamos, atraímos boa onda, boas vibrações e boa música. Foi isso que aconteceu, sem dúvida”, rematou.

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