Foram precisas 23 pessoas para trazer George e Charlotte ao mundo

Passaram-se três anos desde o nascimento de George, em 2013, e um desde o de Charlotte, em 2015, mas só agora se sabe quem os ajudou a vir ao mundo. Ao todo, foram 23 os profissionais de saúde que acompanharam Kate Middleton a dar à luz.

Numa festa realizada no Palácio de Buckingham, em Londres, a duquesa de Cambridge agradeceu à equipa da Imperial College Healthcare NHS TRust, que se fez representar pelo ginecologista e obstetra Tiong Ghee Teoh e pela anestesista Johanna Bray. Em declarações à imprensa, estes médicos contaram alguns pormenores sobre o parto de Middleton e sobre o nascimento dos príncipes de Inglaterra.

“Não estávamos exatamente no nascimento, mas estivemos sempre nos bastidores. Toda a equipa estava preparada para ser chamada nos últimos três meses [de gravidez da mulher de William]”, contou Johanna Bray.

“Nunca sabemos quando vamos ser chamados. É preciso estar na cidade [de Londres, onde se situa o hospital de St. Mary, onde Kate deu à luz] e estar disponível. Se estamos numa festa precisamos de ter as chaves do carro à mão. E nada de ingerir bebidas alcoólicas!”, explicou a anestesista.

Dessa equipa faziam parte quatro cirurgiões, três parteiras, três anestesistas, dois obstetras e um técnico de laboratório, entre outros. “Foi uma enorme equipa. Tínhamos profissionais de todas as especialidades para o caso de alguma coisa correr mal. E todos nós fizemos um juramento de sigilo”, admitiu Teoh. “Ao fim do dia, o que queremos é entregar um saudável e feliz a uma mãe saudável e feliz – e foi isso que aconteceu”, continuou o obstetra, que deu apoio a Guy Thorpe-Beeston, o médico “que entregou o príncipe e a princesa à duquesa”.

Na cerimónia em que Kate Middleton agradeceu os cuidados que lhe foram prestados, Johanna Bray frisou ainda que, tanto no caso de George como no de Charlotte, a equipa encontrava-se regularmente para discutir os partos. E sublinhou que qualquer mulher tem acesso ao mesmo tratamento, mas o facto de a duquesa ser um elemento da família real fez com que fossem sempre os mesmos profissionais a tratá-la.

“Foi uma sensação maravilhosa. Na altura, o NHS [Serviço Nacional de Saúde britânico] precisava de um impulso e foi uma boa maneira de levantar a moral do Hospital de St. Mary”, admitiu Johanna Bray.

Questionado sobre mais um bebé real, Bray brincou: “Essa é a pergunta do milhão de dólares!”

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