Lady Gaga: “As mulheres amam de forma muito intensa. Amamos os homens”

Nasceu Stefani Joanne Angelina Germanotta, tornou-se Lady Gaga e, no seu último album, ‘Joanne’, assume um dos seus nomes de batismo. A cantora norte-americana de 30 anos adotou um novo estilo musical no seu último disco (menos dance e pop, mais soul e country) e, com essas transformações, uma nova imagem. Mais sóbria, clean, sem as indumentárias extravagantes e maquilhagens excêntricas a que nos habituou desde 2008, ano em que lançou o seu álbum de estreia, ‘Fame’.

Numa entrevista intimista, concedida ao programa ‘Sunday Morning’, da estação norte-americana CBS, Gaga falou sobre as transformações pessoais e profissionais que enfrentou nos últimos anos. Uma delas, o fim do relacionamento com o ator Taylor Kinney. O ex-casal, que estava noivo, separou-se este Verão, ao fim de cinco anos de namoro.

“Acho que as mulheres amam de forma muito intensa. Amamos os homens. Amamo-los com tudo o que temos. E, às vezes, o amor nem sempre é recebido com a dignidade que desejaríamos. Não estamos a tentar fazer de vocês menos homens, queremos apenas que nos amem de forma íntegra, completa e intensa, como nós vos amamos”, expicou Lady Gaga, sempre sem referir o nome do ex-noivo.

Ao seu quinto álbum, a cantora afiança que não tem receio de que os seus fãs estranhem esta mudança de estilo musical, embora admita perceber que há uma necessidade de adaptação. “Acho que é difícil para eles passarem de um álbum para o outro, porque eu já passei por várias transformações. É o que eu sou enquanto artista. Eles têm de se libertar da era passada, em termos musicais”, explicou Lady Gaga.

Oito anos depois de se ter tornado uma celebridade reconhecida nos quatro cantos do mundo, Stefani Joanne sabe que, “assim que cruza o portão de sua casa”, já não tem privacidade. Um revés da fama com que teve de aprender a lidar. “Tenho perfeita consciência de que, assim que saio de casa, já não sou livre. Assim que saio à rua pertenço, de uma certa forma, a toda a gente. É legal seguir-me, é legal perseguirem-me na praia. E não posso chamar a polícia e pedir-lhes para se irem embora. Refleti muito sobre essa fronteira e disse ‘bem, já que não posso ser livre aí, posso sê-lo aqui [no coração]”.

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