Criações portuguesas foram as últimas a desfilar nesta LFW

A dupla de criadores portugueses, sediada em Londres, Marques’Almeida encerrou, esta terça-feira, a passerelle da semana de moda londrina, que termina às 20h com a gala da Naked Heart Foundation, ONG que apoia pessoas com deficiência e necessidades especiais.

O desfile de Marques’Almeida abriu com um coordenado de riscas, um elemento gráfico que é comum nas suas coleções. O casaco vermelho e preto, à semelhança de outras peças da coleção, apresentou ombros extras largos e mangas a tapar as mãos. Às riscas juntaram-se ainda os quadrados e as bolas, bem como um padrão mais abstrato em três tons diferentes: amarelo, azuis e cor-de-rosa.

Também os punhos das camisas, tops e casacos surgiram em tamanho XXL para poderem ser dobrados e assim criar contrastes. As saias chegaram, umas com volumosos godés, outras direitas e de comprimento médio, ou ainda com assimetrias, e as cores fizeram jus à variedade de modelos com uma paleta que passou dos pretos e brancos aos vermelhos, amarelos e azuis.

Os portugueses Marta Marques e Paulo Almeida apresentaram a sua primeira coleção em 2011. Em 2014, ganharam o prémio NEWGEN e no ano seguinte venceram o prémio LVMH que lhes deu grande visibilidade e os transformou numa das duplas favoritas das editoras de moda internacionais.

No desfile desta terça-feira, Marques’Almeida não apresentaram peças de ganga azul desfiada, mas mantiveram os traços irreverentes e a atitude rebelde dos anos 90, que já faz parte do seu ADN.


Veja também as propostas de Alexandra Moura para o outono-inverno 2017/2018.


 

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