Lutou pela América disfarçada de homem

deborah sampson

Deborah Sampson combateu pela independência americana no século XVIII e foi ferida em combate, tanto por balas como por espada. Mas teve de se disfarçar de homem para se juntar às tropas que lutavam contra a coroa britânica, pois não era permitido às mulheres alistarem-se.

Durante um ano usou o nome de Robert Shurtleff, ajudada por ter 1,74 m, muito mais do que a altura média das mulheres da época. Foi descoberta em 1783 por causa de uma febre e obrigada a deixar a carreira de armas. Casou com um fazendeiro da Nova Inglaterra e fez questão de reivindicar ao governo dos Estados Unidos uma pensão de combatente.

Ainda jovem (nascera em 1760 em Plympton, no Massachusetts), dedicou-se a percorrer o país contando as suas façanhas, beneficiando da popularidade de um livro sobre o seu serviço militar. Relatos da época dão conta de uma versão muito romanceada da passagem pelo 4.º Regimento do Massachusetts e de Deborah usar o uniforme para conferir mais impacto à palestra. Em 1838, o Congresso americano aprovou uma lei que atribuía pensão militar aos descendentes da mulher soldado, tão mítica que a primeira-dama Michelle Obama a homenageou num discurso em 2009 dedicado às americanas nas forças armadas.

 

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