Madonna apela ao voto: “Acordem, isto não é um ‘reality show'”

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Dois dias antes de os norte-americanos decidirem quem será o sucessor de Barack Obama na Casa Branca, Madonna apelou ao voto nas redes sociais numa publicação onde reflete, sem “papas na língua”, sobre o duelo entre Hillary Clinton e Donald Trump e sobre o atual panorama político nos EUA.

“Vamos ao que interessa. Não queremos um homem que odeia pessoas de cor e mulheres e que é antissemita a governar este país. Não queremos que seja construída uma muralha à volta dos EUA, paga com o dinheiro que nos custou a ganhar”, começou por frisar, este domingo, a “rainha da pop”.

Sobre a nova investigação em torno de e-mails de Hillary Clinton [a candidata que apoia] por parte do FBI, Madonna atira: “Todos os políticos mentem. TODOS! Mesmo aqueles que gostamos e estimamos. Podemos esquecer esta história dos e-mails? O que é que o FBI conseguiu provar desta vez? Podemos focar-nos no cenário geral? Se Trump for eleito, entraremos em guerra imediatamente. O mundo inteiro está a rir-se de nós neste momento. Nem imagino o que escreve Trump nos seus e-mails. Conseguirá ele sequer escrever? Acordem, pessoas. Isto é não é um reality show. Aprecio o seu carisma e valor como entertainer, mas não tem qualificações para ser Chefe de Estado”, acrescentou Madonna.

A cantora norte-americana de 58 anos tem, por hábito, tornar pública a sua preferência nas presidenciais nos EUA. Em 2008, por exemplo, apoiou publicamente Barack Obama na sua corrida à Casa Branca.

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