ModaLisboa abre com desfiles de novos talentos

Mais um vez foi a safra de novos designers que abriu a ModaLisboa. Nove jovens talentos apresentaram as suas coleções num desfile coletivo que premiou David Catalán e elegeu Patrick de Pádua para integrar a plataforma LAB a partir da próxima edição em outubro e pôr a sua de outono-inverno à venda na loja ComCor, em Lisboa.

Banda
O Brasil, ou melhor ideia que nos chega deste país através da cultura, televisão e gastronomia foi o ponto de partida desta coleção. Não faltaram as cores fortes e padrões tropicais, onde não faltaram os metalizados e peças interessantes.

David Catalán
Foram dois os movimentos de rua londrinos que inspiraram o criador, o resultado é um coleção de linhas desportivas que se cruzam com peças mais rigidas com cortes inspirados na alfaiataria. Um confronto de identidades que se revê também nas cores sendo os amarelos e cinzas o mais marcantes da coleção.

Tânia Nicole
Melting foi o nome dado a esta coleção que se faz de denim, com peças muito bem confecionadas. A roupa de trabalho foi uma das principais inspirações para as silhuetas onde não faltam jardineiras e casacos. Os vários tons de ganga e peças com algum desgaste casam perfeitamente numa coleção muito coerente e interessante. O ponto de partida foi o trabalho do artista britânico Alex Chinneck, conhecido por criar instalações arquitetónicas.

Carolina Machado
As formas dos anos setenta foram recriadas pela jovem designer através de uma paleta cromática feita de tons quentes. As formas apesar de bonitas não surpreenderam, sendo de marcar os detalhes com ilhoses (argolas metálicas para aplicar em tecido).

Rúben Damásio
O ponto de partida da coleção foi “Breaking Amish” um programa televisivo que retrata o momento em que os jovens da comunidade Amish se afastam dos valores sociais que conhecem partindo em descoberta de grandes cidades. Desta viagem chegam as bombazines em peças um pouco rurais que são conjugadas entre si numa tentativa de modernidade.

Patrick de Pádua
O universo da caça pisou a passerele numa coleção masculina onde não faltou o pêlo, o cabedal e o burel. Materiais tradicionais que foram aplicados em peças assumidamente de streetwear, inspiradas pelo conceito da roupa enquanto proteção. Uma coleção pouco surpreendente nas silhuetas, mas que ainda assim ganhou um lugar na plataforma LAB.

Cristina Real
Miles é o nome de uma coleção que retrata uma viagem, onde não faltaram cores e diversidade de materiais. Amarelos, beges, rosas e vermelhos retrataram o espirito de aventura e curiosidade.

Inês Duvale
As duvidas em torno do sagrado inspiraram a coleção da jovem criadora, numa coleção masculina que brincou com os contraste de cor e formas.

Sara Santos
O trabalho do artista português Vhils foi o ponto de partida para uma coleção que explorou os materiais e as suas camadas. Sendo o tecido de eleição da coleção a ganga, em silhuetas fortes e de bom corte.

Percorra a galeria de imagens acima clicando sobre as setas.

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