Mulheres são as grandes vítimas do stress natalício

Mulheres natal

Natal é, por tradição e definição, a festa da família. É, ou devia ser, tempo de reencontros, de partilha de emoções, de troca de muito mais do que presentes. Mas é tempo também de stress.

E que o digam as mulheres, confirma um estudo da Nielsen, para o Lidl, que mostra que é sobre elas que recai a maior parte dos preparativos. Realizado junto de mais de 20 mil pessoas, entre os 18 e os 65 anos, em 26 países, Portugal incluído, o inquérito revela que a organização dos festejos é uma tarefa feminina, pelo menos para 66% das mulheres inquiridas.

São também elas que compram os presentes (75%) e são responsáveis pelas decorações de Natal (78%). É por isso, que sem surpresas, Natal é sinónimo de stress para 46% dos elementos do sexo feminino, contra 37% dos homens que responderam afirmativamente à mesma questão.


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O cenário é este, independentemente do país de origem das inquiridas. E o stress, esse é também uma constante nos momentos que antecedem o Natal, seja qual for a parte do globo em que se encontram, embora os valores sejam mais elevados na Alemanha, Reino Unido, Áustria e Irlanda (cerca de 55% superior à média internacional, que é de 43%).

No Sul da Europa (Itália, Portugal e Espanha), é com a família que se celebra o Natal. E embora esta seja conhecida por ser uma época de partilha, o estudo revela que as mulheres italianas e portuguesas não estão dispostas a ceder a sua responsabilidade na organização dos festejos, embora cerca de 50% das espanholas e italianas gostassem de um pouco mais de ajuda na altura da preparação. A este dado junta-se outro: 60% das mulheres do Sul europeu não se importavam de celebrar o Natal de forma diferente.

Alemãs, irlandesas, britânicas e norte-americanas partilham um desejo: ter um Natal mais relaxado, mas apenas as residentes por terras de Tio Sam verbalizam a necessidade de maior assistência.

Já no Norte da Europa, a divisão de tarefas ajuda a tornar a época menos stressante. Cerca de 40% dos dinamarqueses, finlandeses e suecos deixam que as crianças ajudem na decoração da árvore de Natal, ajuda que se estende à cozinha, mas neste caso prestada pelos pais e maridos ou mulheres. É por isso é que são menos os que aqui clamam por ajuda extra (32%).

Imagem de destaque: Cunaplus/Shutterstock

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