Patrick de Pádua: do convento para a passerelle

O desfile de Patrik de Pádua começou por nos contra uma história com uma voz profunda que mais tarde se perdeu na música que tinha algo de canto gregoriano. Uma referência clerical que se estendeu aos estampados e aos detalhes como as correntes e as cruzes.

As silhuetas misturaram o militar com o desportivo, não faltando por isso os bolsos, os fechos, as presilhas nos ombros e os blocos de cor, como explicou o designer em comunicado: “Com elementos militares e assumidamente streetwear, a coleção desdobra-se através de uma silhueta alongada a partir de sobreposições”.

No que diz respeito às cores as escolhas recaíram no bordeux, verde seco, preto e azul. Uma coleção interessante para um homem urbano.

 

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