Quem disse que as fábulas são só para as crianças?

Quem não se lembra das histórias da cigarra e da formiga, da lebre e da tartaruga, do lobo e do cordeiro?

Estes e outros animais que ora preguiçosos, ora trabalhadores, ora descuidados, ora atentos, curiosos ou pouco atentos fazem parte do nosso imaginário infantil, educaram-nos para a moral, e hoje, sábado, 8 de julho, vale a pena recordá-los. Porquê? Porque passam quase 400 anos sobre o nascimento do homem que deu voz aos bichos para criticar os defeitos e vícios da sociedade e elogiar-lhes as qualidades e as virtudes.

Jean de La Fontaine nasceu a 8 de julho de 1621, em Château-Thierry, em França. E se o autor começou por estudar Teologia e Direito, acabaria por, mais tarde, de se dedicar à literatura, fosse por via da poesia, fosse por via de contos, fosse ainda por via de outras obras e de adaptações.


Recorde outros contos e a sua reinterpretação moderna. É o caso de ‘A Bela e o Monstro’ ou os mais recentes livros infantis publicados


Viria a ser considerado o pai da fábula moderna, tendo-se inspirado muitas vezes nos legados clássico e oriental. La Fontaine, que deixou uma obra múltipla, foi nomeado membro da Academia Francesa em 1684, na qual participava com regularidade, e viria a morrer onze anos depois, a 13 de abril, em Paris.

Por isso, para evocar a data, o Delas.pt propõe-lhe uma guarda-roupa que promete fazer a devida vénia ao fabulista – veja a galeria acima – e transportá-la para um universo infantil, memórias que por vezes ficam arredadas do quotidiano mais agitado.

Percorra a galeria de imagens acima clicando sobre as setas.

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