Senadora investigada por corrupção é a nova líder do PT no Brasil

A advogada e senadora brasileira Gleisi Hoffmann, que está a ser investigada por suspeitas de corrupção na operação Lava Jato, foi no sábado eleita presidente do Partido dos Trabalhadores (PT).

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Gleisi Hoffmann, 51 anos, é a primeira mulher a dirigir o partido brasileiro, sucedendo no cargo a Rui Falcão, tendo sido eleita durante a convenção nacional do Partido dos Trabalhadores, fundado, entre outros, por Luiz Inácio Lula da Silva em 1980.

A presidente eleita do PT foi ministra da Presidência durante o mandato de Dilma Rousseff e é casada com Paulo Bernardo Silva, ex-ministro do Planeamento, e que também está envolvido nas denúncias de desvios de dinheiros públicos.

No discurso após a vitória, na qual derrotou o candidato Lindberg Farias, Gleisi Hoffmann fez referência aos processos judiciais que decorrem com vários dirigentes do PT, recusando fazer qualquer tipo de autocrítica sobre o assunto.

“Não somos uma organização religiosa, não fazemos profissão de culpa nem tão pouco nos açoitamos”, disse.

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