Sustentabilizar a economia do café. “What else?”

Com a premissa de conferir a cada cápsula de café um impacto positivo no mundo, a empresa está a alterar a sua abordagem para com os recursos naturais e assume como objetivo, para 2020, tornar a sua produção de café 100% sustentável.

O Museu de Santa Clara, em Lisboa, recebeu durante três dias o primeiro ateliê Nespresso em Portugal, no qual foram revelados os resultados da política de sustentabilidade do programa “The Positive Cup”.

Presente em doze países e a trabalhar lado a lado com cerca de 74 mil agricultores, a empresa assegura 290 mil hectares de produção sustentável, o que significa que 84% do café que chega aos consumidores é trabalhado com a marca de sustentabilidade.

Incapaz de ficar indiferente a causas ambientais e humanitárias, Catarina Furtado abraçou a missão da entidade de cafés e deixou-se surpreender pela ambição da marca. “Não tinha noção da sua estratégia de sustentabilidade e a forma como eles a pretendem implementar até 2020”, começa por confessar a apresentadora de 44 anos.

“Acho fantástico estas preocupações ambientais e sustentáveis, que depois se traduzem efetivamente na qualidade de vida das pessoas”, sublinha.

Podemos apreciar café, mas temos de percebermos que vivemos na terra e este planeta tem recurso findáveis e recursos estáveis.”, acrescenta o Chefe Kiko.

Além de se concentrar nos processos de produção de café, a marca promove uma campanha de reciclagem das suas cápsulas, assim como atente às condições sociais das pessoas que trabalham nas fazendas de café.

Como que num regresso às suas origens, o Chefe Kiko assegurou os sabores do ateliê, ao servir um almoço dominado pelo aroma do café. “Dá-me imenso gozo desenvolver receitas diferentes utilizando o ingrediente do café”, diz o chef, de 37 anos, que assegurou na ementa pratos como rosbife temperado com vinagrete do café e um mil folhas feito com uma mousse de café.

“Muitas pessoas não fazem a mínima ideia, mas eu cresci numa fazenda de café. Nasci no Brasil e o meu pai sempre foi muito ligado à terra. Nós tínhamos uma fazenda de café no interior de Minas Gerais”, revela o Chefe Kiko, que viu no cunho sustentável o critério essencial para associar os seus pratos de cozinha à marca de cafés.

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