Condenada a 10 anos de prisão por aumentar glúteos de pacientes com cimento

shutterstock_436706641

Oneal Ron Morris, uma norte-americana de 36 anos, foi condenada a 10 anos de prisão na Flórida, EUA, por fingir ser médica e injetar os glúteos das pacientes com cimento, azeite mineral, silicone, super cola e outros produtos tóxicos, entre 2007 e 2011. Só parou quando Shatarka Nuby, uma das vítimas, morreu. A família da paciente já criticou a decisão do tribunal, considerando que, pelos crimes que cometeu, a falsa médica deveria ter sido condenada a prisão perpétua.

A autópsia de Shatarka Nuby concluiu que a mulher perdeu a vida devido a um problema respiratório grave, provocado pelos produtos que lhe tinham sido injetados no corpo por Oneal Ron Morris. Em tribunal, a falsa médica sempre negou tudo: disse nunca ter injetado substâncias tóxicas no corpo de qualquer mulher nem ter qualquer responsabilidade ou intenção de matar alguém. “Sinto-me julgada pelos meios de comunicação social”, chegou a afirmar Oneal Ron Morris.

O site El Español revela que a norte-americana conhecida como “A Duquesa” é transexual, tal como a maioria dos seus pacientes, e injetava os produtos tóxicos no próprio corpo.

Oneal Ron Morris
Oneal Ron Morris, de 36 anos

Os artigos mais lidos:
Desafio: 30 dias de sexo
Itália pode vir a ter licença menstrual para as mulheres
‘Super-orgasmo’? Existe e está ao alcance de qualquer mulher


A imprensa norte-americana conta que, só durante o mês de março, registaram-se duas mortes causadas por cirurgias para aumentar os glúteos. Todas as vítimas são mulheres e têm em comum o facto de terem sido atendidas em clínicas localizadas em Miami.

Apesar destes casos trágicos em Miami, as clínicas da Flórida, onde atuava Oneal Ron Morris, é que são conhecidas por fazerem este tipo de cirurgia a preços bastante baixos.