Maioria precisa de três dias para se ajustar ao horário de inverno

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[Fotografia: Pexels/Aphiwat Chuangchoem]

Quem é que gosta de ver o dia a acabar mais cedo por causa do horário de inverno. Nem todos, é certo. Muitos? Os bastantes. Quatro em cada dez preferem uma que o horário de verão se mantenha sempre. Tal como está, segundo um estudo norte-americano, o entrevistado médio precisa de 66 horas, quase três dias inteiros, para se adaptar a uma nova rotina após a mudança dos relógios.

Em comparação com os homens, as mulheres gostam ainda menos (numa relação de 56% para 43%) e possivelmente porque levem mais três horas para se ajustarem.

O estudo auscultou dois mil entrevistados que, na sua maioria – três em cada cinco – não dá aval à mudança de horário. Consideram, aliás, que a prática de adiantar e voltar os relógios uma hora, recorrentemente, deve ser abolida.

Os adultos mais velhos não suportam a necessidade de alterar horários. A idade também pode desempenhar um papel, já que os baby boomers (56-78 anos) são quase duas vezes mais propensos do que a geração X (42-55) e 11 vezes mais propensos do que os millennials (26-41) a ter uma visão negativa do horário de verão.

Das três gerações, os boomers também parecem dormir mais em geral – quase meia hora a mais que os da geração X e uma hora inteira a mais que os millennials.

Pouco mais de um terço dorme as sete a nove horas recomendadas de sono por noite, e outro terço dorme apenas entre quatro e cinco horas.