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Rastreio visual infantil arranca no norte do País

Rastreios visuais infantis

Vão iniciar-se as experiências-piloto de rastreio de saúde visual infantil, segundo o Diário da República. Dois centros hospitalares e quatro Agrupamentos de Centros de Saúde (ACES) da região do Norte vão ser os responsáveis pelos primeiros rastreios: Agrupamentos de Centros de Saúde do Porto Ocidental, Porto Oriental, Gondomar, Maia e Valongo; e os Centros Hospitalares do Porto e São João. O Governo reforça assim a oferta de saúde visual, que é uma das áreas com menor resposta do Serviço Nacional de Saúde (SNS).


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O programa vai ser composto por rastreios de norte a sul do país, que serão divididos em duas fases, abrangendo toda a população infantil. Numa primeira fase, serão observadas todas as crianças no semestre em que completam dois anos. Já na segunda fase, haverá um segundo rastreio a cada criança quando tiver entre quatro e cinco anos.

Este segundo rastreio tem como função “detetar novos casos de crianças com ambliopia ou que podem vir a desenvolver, aferir a qualidade (sensibilidade do rastreio inicial aos dois anos) e compreender a evolução temporal dos erros refrativos na população portuguesa”, como se pode ler no site do SNS.

As crianças que tiverem um rastreio positivo serão referenciadas para uma consulta de oftalmologia no SNS, num centro capaz de diagnosticar e tratar a condição oftalmológica da criança, num período máximo de quatro semanas.

Arrancam ainda, na região Norte, os rastreios da degenerescência macular da idade (DMI). Este rastreio é destinado a todos os utentes do SNS selecionados para o rastreio primário da retinopatia diabética. Os utentes que tiverem um rastreio positivo serão, também eles, referenciados para uma consulta de oftalmologia no SNS, num prazo máximo de, também, quatro semanas, segundo o Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) em que se encontram inscritos.

N.M.