Saiba que problemas de comportamento nunca deve ignorar nas crianças

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[Fotografia: RODNAE Productions/ Pexels]

Birras e traquinices são comportamentos comuns entre crianças, é um facto. Mas será que alguns comportamentos devem preocupar mais os pais?

De acordo com o MedlinePlus existe um conjunto de comportamentos que deve ser sinal de alerta e corrigido, caso dure mais de seis meses.

As crianças têm tendência a ser impulsivas e até terem alguma dificuldade em controlar as suas emoções, porém, esta impulsividade e incapacidade deve requerer especial atenção da parte dos pais se a criança já for um pouco mas velha, pois pode indicar um transtorno desafiador opositivo. Esta é uma condição caracterizada por aspetos como a raiva, irritabilidade e desobediência.

Se entender este tipo de condição no seu filho deverá procurar ajuda médica especializada.

Hiperatividade e falta de atenção também é algo a que deve prestar atenção porque pode indicar um transtorno de atenção e hiperatividade. No entanto, se este problema for detetado cedo e tratado precocemente, estas crianças podem adquirir mais facilidade em se concentrarem e controlarem os seus impulsos.

Também o chorar compulsivamente pode ser preocupante, uma vez que as crianças entendem desde cedo que podem receber mais atenção quando estão chateadas ou a chorar.

O chorar excessivamente também pode indicar que a criança se sente negligenciada.

Se o choro excessivo pode ser motivo de preocupação também as birras frequentes entram neste grupo. É verdade que todas as crianças passam por alguns acessos de raiva, mas se estes se tornam algo frequente e sem motivo podem ser um sinal de a criança está a lidar com problemas mais profundos.

O autismo, por exemplo, é caracterizado pela rigidez e comportamento repetitivo e quando algo perturba a sua rotina a criança tem um acesso de raiva. Em idade escolar as birras frequentes podem significar dificuldades na aprendizagem e ansiedade.

Se acredita que as birras do seu filho ou filha são mais frequentes que o normal deve consultar um especialista.