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Sara Prata fala sobre massacre em Berlim, onde o namorado trabalha

Sara Prata comentou nas redes sociais o massacre que vitimou pelo menos 12 pessoas em Berlim, esta segunda-feira, quando um camião abalroou um mercado de Natal na capital alemã.

A atriz de ‘A Única Mulher’ mostrou, numa publicação no seu Instagram, tanto a tristeza que sente pelos acontecimentos trágicos que têm marcado a atualidade nos últimos tempos, como o alívio por ter tido a seu lado, na segunda-feira, o seu namorado, o manequim Ricardo Oliveira, que trabalha na maioria do tempo na Alemanha.

A maior parte de vocês não sabe que o meu namorado trabalha quase todos os dias em Berlim. Não sabe, que nas últimas vezes nos despedimos, com um pouco de sentimento de desconforto, porque sabíamos que era iminente um ataque em Berlim. Porque o medo faz parte desta nossa nova sociedade. Ontem, assim que soube da noticia, dei por mim a agradecer de ele estar ao meu lado e cá em Lisboa. Não queria ser mais uma das mães, namoradas, amigos, de todos aqueles que são apanhados nestas tragédias. Estou cansada de inesperadamente estarmos a chorar pessoas, estou cansada pela Alemanha, França, Siria, Itália, Alepo, Suiça. Nunca pensei vivermos assim, calmamente à espera, de mãos nos bolsos, num ataque mundial e diário. Que medo de estar aqui nesta roleta russa. Mas mais uma vez..obrigada por o Ricardo estar aqui!

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“A maior parte de vocês não sabe que o meu namorado trabalha quase todos os dias em Berlim. Não sabe, que nas últimas vezes nos despedimos, com um pouco de sentimento de desconforto, porque sabíamos que era iminente um ataque em Berlim. Porque o medo faz parte desta nossa nova sociedade. Assim que soube da noticia, dei por mim a agradecer de ele estar ao meu lado e cá em Lisboa. Não queria ser mais uma das mães, namoradas, amigos, de todos aqueles que são apanhados nestas tragédias”, explica Sara Prata.

A atriz reforça: “Estou cansada de inesperadamente estarmos a chorar pessoas, estou cansada pela Alemanha, França, Siria, Itália, Alepo, Suiça. Nunca pensei vivermos assim, calmamente à espera, de mãos nos bolsos, num ataque mundial e diário. Que medo de estar aqui nesta roleta russa. Mas mais uma vez… obrigada por o Ricardo estar aqui!”, rematou.


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Nuno Cardoso