Celebridades. Saiba a quem eles vão doar 0,5% do IRS

O calendário fiscal dita que maio é o mês em que os trabalhadores independentes devem preencher a declaração anual de rendimentos. Esta é a categoria em que grande parte das figuras do meio se artístico insere. Apesar de o prazo apenas terminar no dia 31, muitos já escolheram a instituição à qual pretendem doar 0,5% do seu IRS.

É o caso da atriz Ana Sofia Martins, que em conjunto com a sua contabilista optou pelo Instituto Português de Oncologia (IPO). “É uma instituição que me diz muito porque infelizmente perdi uma pessoa muito especial na minha vida há uns anos, vítima de cancro no pulmão. Acho que é algo em que todos devemos pensar porque ninguém está imune”, justifica.

Na altura de preencher o quadro 9 do anexo H da sua declaração de rendimentos anual, Sílvia Rizzo dividiu-se entre a Casa do Artista e a Associação Salvador. “Escolhi-as porque merecem e precisam”, começa por argumentar a atriz. “A Casa do Artista ajuda as pessoas que terminam a sua carreira profissional e que não têm meios para se manterem. A Associação Salvador apoia pessoas que têm uma mobilidade muito reduzida. Esta associação tem feito um belíssimo trabalho nesse sentido”.

Também Lídia Franco optou pela Casa do Artista, como faz habitualmente e há já vários anos. Uma escolha natural e sem custos acrescidos. “Todos nós temos essa oportunidade de doar [através da declaração de IRS] e ainda por cima não ficamos prejudicados”, sublinha.

O ator Marco Delgado revela que ainda não preencheu a sua declaração de IRS, mas já tem em mente a instituição de solidariedade social a quem vai encaminhar 0,5% dos seus impostos. “Costumo doar a associações de animais. Provavelmente este ano vou doar ao canil de S. Francisco de Assis, em Loulé”.

A escolha de Sandra Barata Belo recaiu sobre o Chapitô, “uma coletividade cultural e recreativa que também é uma IPSS”. “Não é só uma escola, uma companhia de teatro, é bem mais do que isso. Trabalha com instituições de reabilitação de jovens”, exemplifica.

Rita Pereira ainda está a analisar, juntamente com a sua contabilista, a entidade a quem vai fazer o seu donativo. Mas a atriz assegura que não só tem “essa preocupação” como faz questão que todos os anos os impostos que paga ajudem “instituições diferentes”.
Mas há também quem opte por outras vias para ajudar quem mais precisa e até quem desconheça que é possível fazê-lo através da declaração anual de IRS, sem qualquer contrapartida ou penalização no que toca ao reembolso. É o caso do ator Pedro Sousa, que admite: “Não fazia ideia de que isso se podia fazer, mas claro que vou equacionar essa hipótese”.

As atrizes Isabel Abreu e Leonor Seixas, por seu turno, não têm o hábito de fazer donativos através do IRS. “Geralmente faço doações através do meu trabalho. Com a minha voz e com e o trabalho que faço. Mas não através do IRS”, confessa Isabel Abreu. Já Leonor Seixas argumenta que “há mil maneiras de ajudar as pessoas e instituições”.

Quem também não recorre a esta opção é Marina Mota, embora afirme que há o fez, em tempos. “Quando produzia formatos para televisão fazia questão de todos os anos dar donativos a todas as instituições que admiro. O Instituto de Oncologia, a APAF, a AMI e os bombeiros”. Mas agora, a atriz opta por outras formas de ser solidária.

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