Maria Clara: a modelo que está a deslumbrar nas passerelles internacionais

Maria Clara é a mais recente modelo portuguesa a desfilar e encantar os estilistas internacionais. Tem apenas 18 anos, mas vontade de triunfar é o que não falta a esta jovem manequim. Prova disso é que, na semana passada, desfilou para uma das mais importantes marcas de alta-costura, a Dolce & Gabbana.

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Maria Clara no desfile da casa de alta costura Dolce & Gabbana

Os colegas conhecem-na por andar sempre com comida e água na mala. “Andamos a correr de um lado ao outro para chegar a tempo aos castings. Acho fundamental um manequim estar bem alimentado, para poder ter a sua melhor prestação na passerelle”. Quem o diz é Maria Clara Vasconcellos, com 18 anos e uma imensa vontade de triunfar no mundo da moda.

Nascida em Lisboa, tinha apenas três anos de idade quando o seu toque para a moda foi descoberto, numa praia portuguesa. A carreira de manequim era um longínquo horizonte no imaginário de uma criança, que encantava com o seu ar nórdico e olhos verdes. Mas Maria Clara cedo percebeu que a passerelle era o caminho por onde queria seguir.

Maior do que a idade denuncia, Maria Clara definiu objetivos de vida e voou até Londres para se adaptar ao mercado, treinar e trabalhar. “Queria que o andar na passerelle fosse só meu, quase uma imagem de marca. Se não me diferenciar não vou a lado nenhum”, afirma à revista ‘Vogue’. Pelo jeito de desfilar ou pelo novo corte de cabelo, cuja decisão foi tomada com um encolher de ombros, acompanhado de outro “quem não arrisca não petisca”, o que é certo é que Maria Clara já desfilou, marcou e encantou o mundo da moda internacional.

O grande salto foi dado em 2013, quando venceu o L’Agence Go Top Model e conquistou o cartão de acesso para a estética de nomes como Luís Buchinho e Diogo Miranda. O primeiro contacto com os criadores portugueses foi o suficiente para perceberem que tinham diante de si um diamante em bruto. “Quando a conheci, adorei-a imediatamente. É profissional, querida e sabe o que quer! A partir desse momento, faz sempre parte do meu casting em todos os desfiles, já faz parte do meu gang”, confessa Luís Buchinho à ‘Vogue’.

O peso da responsabilidade aumenta à medida que Maria Clara vai desbravando conquistas. Mas a modelo portuguesa confessa que não perde muito tempo a pensar na marca pela qual está a desfilar. “Tento sempre não pensar nas marcas para não ficar nervosa. Convenço-me de que é só mais um trabalho e dou o meu melhor”. Só quando o desfile termina é que Maria Clara cai em si e pensa no que acabou de acontecer. “No final olho para trás e percebo que acabei de desfilar para a Gucci”, confessa.

As rotinas de uma modelo internacional não deixam margem de tempo para pensar em outros assuntos. Maria Clara é reconhecida pela sua determinação e por saber exatamente aquilo que quer. Por isso explica que ter um namorado não faz parte da lista de ambições para um futuro próximo. “Estou focada na minha vida profissional. Não me quero arrepender de ter deixado alguma coisa por fazer. Na minha idade, os namorados implicam que as pessoas estejam juntas e se vejam muitas vezes e eu agora quero viajar”.

Maria Clara encara com a mesma perspetiva a sua presença na vida académica. Apesar de estar inscrita num curso de Publicidade e Marketing, admite que raramente vai assistir às aulas, o que justifica o facto de os professores desconhecerem a sua existência. “Estou a ver onde é que as oportunidades me levam. Se se justificar interromper os estudos é o que farei. Focar-me na moda é agora ou nunca”, diz à revista ‘Caras’, antes de explicar que os pais a apoiam nesta sua decisão.

O leque de modelos portugueses que têm cativado os estilistas das principais marcas internacionais não para de crescer. Maria Clara faz parte desse grupo e, se dúvidas houvesse, a modelo portuguesa acabou com elas depois de desfilar para a Valentino, Francesco Scognamiglio , Schiaparelli e, mais recentemente, Dolce & Gabbana.

Maria Clara, em declarações à revista ‘Vogue’, remata a justificação do seu sucesso com palavras que deixarão orgulhosos todos os portugueses: “Ser portuguesa ajuda a que os clientes se lembrem de mim. Porque sou a única. Não sou polaca, não sou sueca, não sou holandesa. Sou portuguesa e ser portuguesa é ser diferente. E é bom.”

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