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Mia Rose: “Um dia quero fazer como o Rod Stewart”

Na semana em que lança mais um tema, ‘Tudo Para dar’, a cantora Mia Rose torna-se no rosto português da nova campanha dos produtos de higiene Oral-B. Como embaixadora da marca – que já conta com rostos internacionais como Shakira -, Mia quer pôr os consumidores a sorrir. À boleia do sorriso, nada como conversar com a cantora e blogger (La Sonatina) sobre o novo trabalho e projetos em televisão no intervalo da produção da campanha.

O que a faz sorrir?
Tanta coisa… sou capaz de sorrir por tudo e por nada. Tenho um humor bastante inglês, portanto quanto mais seco, melhor. Mas há um detalhe que me faz rir perdidamente: uma boa imitação da minha maneira de ser. Adoro! E quem tem a capacidade de se rir de si próprio é porque não leva tudo tanto a sério.

Porque se juntou à marca?
Não foi difícil dizer que sim a este projeto porque gosto muito de sorrir e essa atitude está na moda. Percebi o quanto posso ajudar homens e mulheres a sentirem-se melhores consigo próprios, mais confiantes e se eu conseguir fazer com que sorriam, tanto melhor. Portugal merece mais sorrisos. Depois, há uma vertente da campanha que procura desafiar os portugueses a mostrar os sorrisos mais sinceros e honestos. As melhores imagens que chegarem ao #sorrirestnamoda vão ser surpreendidos. E quem sabe se não serei jurada…

Lançou esta semana mais um tema na rádio, o ‘Tudo Para Dar’. Porque não escolheu a internet, a plataforma que a projetou, para lançar este trabalho?
Eu tenho uma voz e não existo sem a Internet. Na verdade, pode dizer-se que namoro com a rádio, mas estou casada com a net (risos). Mas gosto desta forma de estrear um tema em que consigo ver a reação dos outros. Quando o faço na Web, isso é mais complicado. Relativamente ao álbum, não estou preocupada com o lançamento. Já apresentei, aliás, três temas integrantes desse mesmo trabalho. Não gosto de obedecer às regras do mercado e escolho fazer as coisas desta forma porque acho que os seguidores merecem ouvir temas novos, mais vezes. Foi terrível ter de esperar pela Adele (risos). No que diz respeito ao ‘Tudo Para Dar’, pedi ao Salvador Seixas para participar neste tema e espero que o público o receba com um sorriso e que corresponda à esperança que está patente no fim do tema.

Mas para quem se projetou no online não é estranho não continuar nessa aposta ao invés de querer lançar um álbum cumprindo as regras do mercado?
Nunca correspondi ao protótipo de cantora. No início fui pioneira no online, mas este álbum vai ser mais um passo na minha carreira. Este trabalho surge como um carimbo que eu precisava de ter, uma coisa minha que posso segurar. Por outro lado, também as editoras tiveram de fazer o movimento contrário, com contratos de 360 graus [englobando tudo] que já está a ser aplicado no mundo inteiro.

Por isso mesmo, não é um contrassenso com a sua marca e o seu percurso?
Não. O álbum é uma compilação de vários temas. Para já, quero ter um produto que possa segurar na minha mão e tal não vai fazer com que deixe de ser cantora. Posso continuar a lançar os meus temas online e aproveitar a onda criativa que Deus me deu. Se Deus quiser! (risos). Sempre que sentir confiança num tema vou lançá-lo. Gosto de aproveitar o momento. Aliás, um dia quero fazer como o Rod Stewart e começar a cantar jazz e ter os meus seguidores.

Quer ir pelo jazz?
Sim. Ainda é cedo de mais e acho que não estou preparada, ainda tenho muito fogo dentro de mim (risos). Mas no futuro…

E em televisão, vai voltar a ser jurada?
Creio que o programa em que participei ‘Pequenos Gigantes’, da TVI, deve estar a estrear, Neste formato sou mentora de crianças que procuram carinho, apoio e mensagens de força.

Carla Bernardino