A t-shirt que se pode comer

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“No limite, esta t-shirt até se pode comer.” Desta forma incisiva, Jeffrey Hogue, diretor de sustentabilidade Global da C&A, tenta captar a atenção da pequena audiência de vinte jornalistas de vários países da Europa. Quer ele dizer que a t-shirt é cem por cento natural e que o produto tem zero desperdícios depois de se estragar (no vídeo abaixo pode ficar a saber tudo sobre esta t-shirt).

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O grupo está reunido em Hanvers, na Bélgica, para assistir a mais um passo no caminho da moda amiga do ambiente que a C&A diz que tem vindo a trilhar nos últimos anos. À noite, uma audiência maior (cerca de 300) de jornalistas de moda e influencers – a palavra que agora designa os quem têm mais seguidores nas redes sociais e com isso influenciam as decisões de compra – assistirá ao desfile da coleção outono-inverno da marca.

O design continua a ser o fator mais importante na roupa produzida pelas grandes marcas de moda e a C&A, como outras, aposta quase tudo nesse departamento. As opções de compra do consumidor médio não se pautam por critérios ecológicos. “Se não for bonito não vai ser comprado”, diz o responsável.

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