Amanda Levete, mulher que desenhou o Maat

Amanda Levete, 61 anos, é a arquiteta responsável pelas formas do Maat, o Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia que é hoje inaugurado e que abre amanhã ao público. Uma estrutura baixa, curva, em forma de rampa de skate – e com um telhado onde é possível passear – ao lado da estrutura industrial do século XIX já transformou a paisagem ribeirinha de Lisboa.

Amanda Levete é a arquiteta principal de um projeto que lhe foi atribuído diretamente por António Mexia, presidente executivo da EDP, empresa que suporta o museu. Não acredita no trabalho individual, diz que a arquitetura é uma disciplina colaborativa. Num entrevista ao Guardian, em 2012, referiu que um projeto grande pode requer o trabalho de centenas. Trabalha em grandes projetos desde 1989 – duas semanas depois de ter saído o atelier de Richard Rogers e ter formado com Jan Kaplický o atelier Future Systems recebeu uma nomeação honrosa no concurso da Biblioteca Nacional de França. E embora o projeto não se tenha concretizado o valor recebido como prémio de consolação – 20 mil libras – permitiu-lhe continuar a trabalhar me nome próprio.

Em 2009 forma o estúdio AL_A de que é cara e cérebro. A partir dessa data e até hoje foram muitos os projetos que se concretizaram em vários pontos do globo: Las Vegas, Melborne, Banconque e, claro, Londres. Espaços temporários de exposição, estruturas que ampliam museus, espaços comerciais criados de raiz, pontes, jardins urbanos, formam o portefolio desta arquiteta. E agora Lisboa com o Maat.

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