Quando rir é a melhor solução

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Vivemos a um ritmo frenético, num turbilhão de emoções que nos move a cada passo que damos. Muitas vezes dar umas boas gargalhadas é a melhor forma de aliviar o stress.

Alegria, tristeza, saudade, frustração, ansiedade… e todo este ritmo constante faz de nós Humanos. A vida é feita de peripécias, de embaraços de mudanças. O ser humano é, por si só, uma personagem que vive de emoções e que vive intensamente as suas relações amorosas ou de amizade. Esta vivência resulta muitas vezes em situações de harmonia, cumplicidade e afeto, mas infelizmente também gera casos de discussões e mal-entendidos.

O que fazer para melhorar o seu estado de espírito perante as adversidades da vida? Rir! É cada vez mais claro que rir facilita as relações sociais, melhora o nosso estado de espírito e diminui a ansiedade. Quer saber como rir mais?

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Já viu de tudo?

Se visse um porco a andar de bicicleta o que pensaria? Que seria um sonho? Que estaria a delirar? Não! Queria dizer que estava a assistir à peça bem-humorada – Bácoro, que está em cena, no Teatro Carlos Alberto, até 16 de outubro. A peça parte da ideia de homens e porcos partilharem várias semelhanças genéticas, como uma pele sem pelos, olhos claros, narizes salientes e pestanas pesadas. O espetáculo passa-se num bairro imaginário. Em cena duas velhas vizinhas, um pescador e um menino que brinca com uma menina. Entretanto, chega um saltimbanco com o seu porco a andar de bicicleta.

A figura do bácoro como ponto de partida para o nosso autoconhecimento

Em Bácoro, sonhos e pesadelos intercalam-se com os diálogos das personagens – homens e marionetas –, que dão corpo a uma espécie de alegoria suína sobre as dores e as alegrias de sermos humanos, abordando uma série de temas de forma divertida.

Bácoro é a segunda coprodução entre Palmilha Dentada e o Teatro Nacional São João (TNSJ). Construiu-se a partir de esculturas mecânicas e marionetas criadas por Sandra Neves, que foram depois transformadas em personagens por Ricardo Alves. Nesta peça, a figura do porco assume as emoções dos seres humanos, permitindo um “autoconhecimento” profundo sobre nós mesmos.

O ambiente do espetáculo é atípico e surpreendente.

De destacar também que Bácoro será o primeiro espetáculo dos espaços do Teatro Nacional São João a contemplar uma récita de Língua Gestual Portuguesa (LGP), no dia 9 de outubro.

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