Os seus filhos querem estudar nos EUA, Londres ou Austrália?

Os seus filhos querem estudar nos EUA, Londres ou Austrália?

Algumas universidades portuguesas fazem parte dos ‘rankings’ internacionais das melhores do mundo, mas há um facto a ter em conta: de acordo com dados publicados pelo Diário de Notícias, em 2015, o número de alunos nacionais a estudar nos Estados Unidos aumentou mais de quatro por cento. Isto apesar do elevado valor das propinas – por exemplo no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) rondam os 40 mil euros por ano letivo. A elevada empregabilidade dos cursos e a possibilidade de conhecer novas culturas são as principais mais-valias de quem procura um experiência em ambiente internacional.


Veja também o artigo Sabia que estas atrizes estudaram nas melhores universidades?


Estados Unidos
Para tentar entrar no MIT, em Harvard ou em Princeton é preciso saber quais os requisitos exigidos por cada uma delas e, finalmente, enviar uma candidatura específica para a universidade escolhida. As universidades disponibilizam na página de Internet a lista de requisitos de candidatura exigidos, normalmente no campo admissions. O processo de candidatura inclui os seguintes elementos: Documentos comprovativos das habilitações (certificado de conclusão do ensino secundário e também o certificado de notas relativo aos 9º, 10º, 11º e 12º anos); os testes de admissão (TOEFL e IELTS) se o inglês não for a língua mãe e o SAT (exame de acesso ao ensino superior norte-americano).

Deverá ainda pedir recomendações a professores que possam escrever sobre as capacidades e potencial intelectual dos seus filhos. Nos EUA, geralmente as cartas são confidenciais, ou seja, quem as escreve sabe que a carta não será lida pelo estudante e isso acrescenta valor a este documento.

É habitualmente pedido que o aluno escreva um ou mais textos sobre os motivos da sua candidatura e os seus objetivos de estudo. Estes textos de motivação são normalmente denominados “Statement of Purpose” ou “Personal Statement”. As entrevistas são geralmente realizadas por telefone. No entanto, poderá haver universidades que exijam uma entrevista presencial e nesse caso será necessário viajar até ao outro lado do Atlântico.

Sobre a ajuda financeira deverá informar-se em relação às condições e aos prazos aplicáveis. As universidades oferecem apoio financeiro com base em diferentes critérios, pelo que é necessário explorar essa informação nas páginas das instituições. Através de uma pesquisa nas páginas Funding For US Study, Meritaid e International Scholarships encontra programas de bolsas para estudantes internacionais. Consulte também o site Fulbright.

O valor das propinas é fixado por cada universidade, mas para ficar com uma ideia de valores, por ano letivo, pode variar entre os 20 e os 40 mil euros. A estes valores é necessário somar todos os custos relacionados com transportes, alimentação, alojamento, saúde, material escolar e afins. Feitas as contas, o custo total, pode rondar entre os 30 e os 60 mil dólares, por ano letivo.

Reino Unido
As universidades do Reino Unido têm vindo a dar cartas nas mais diversas áreas. Oxford, Cambridge e Imperial College London são algumas das instituições recomendadas. A qualidade do ensino é reconhecida a nível mundial e a oferta de universidades é imensa. Engenharia, Medicina, Direito, Ciências Naturais, Artes e Humanidades, Ciências Sociais são cursos de enorme reputação. Para concorrer, os estudantes devem realizar um teste de proficiência em inglês, como o IELTS ou o TOEFL. Algumas instituições oferecem residências universitárias no próprio campus para os alunos.

França
As instituições francesas possuem departamentos de Relações Internacionais, que orientam os estudantes internacionais interessados em estudar. Pode procurá-los no site Campus France. Ao nível de testes de admissão, as instituições de ensino superior costumam pedir o nível B2 em conhecimentos linguísticos – que equivale ao nível intermediário, quase avançado. Os diplomas oficiais de proficiência são: TCF (Test de Connaissance du français), DELF (Diplôme d’Etudes en Langue Française) ou DALF (Diplôme Approfondi de Langue Française).

Austrália
Com mais de 50 universidades, a Austrália é um dos países preferidos para quem quer ir estudar para fora. O país é visto como um destino simpático e que oferece grandes perspetivas de emprego. Melbourne, Sydney e Perth são os destinos mais escolhidos pelos estudantes. Aliás, mais de um quinto dos alunos, é composto essencialmente por internacionais. Há várias bolsas de estudos por mérito, concessões e subsídios que podem ajudar financeiramente os estudos. O Programa Endeavour do Governo australiano pode facilitar nesta procura.

Onde estudaram 8 dos líderes mais influentes do mundo
-Barack Obama, Presidente dos EUA: Estudou Direito na Universidade de Boston e em Harvard
-Angela Merkel, Chanceler: Estou Física na University de Leipzig
-Bill Gates, Fundador da Microsfot: Foi aprovado em Harvard em 1973, em Matemática, mas largou a faculdade para fundar a sua própria empresa, a Microsoft.
-Vladimir Putin; Presidente da Rússia: Estudou Direito na Leningrad State University
– John F. Kennedy, Antigo presidente norte-americano: Estudou Relações Internacionais em Harvard
– François Hollande, Presidente francês: Estou no Institut d’études politiques de Paris (Sciences Po)
– Ben Bernanke, Antigo presidente da Reserva Federal Americana: Estudou no Massachusetts Institute of Technology (MIT)
-Stephen Hawking, Físico: Estudou na Universidade de Cambridge

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