A principal dificuldade de Emma Watson ao interpretar Bela

Protagonista da capa da mais recente edição da ‘Entertainment Weekly’, para promover o remake do clássico da Disney ‘A Bela e o Monstro’, que chega às salas de cinema daqui a um mês, Emma Watson revelou qual foi a sua maior dificuldade ao interpretar Bela nesta nova longa-metragem.

A atriz britânica revela que não conseguiu perceber, no início do projeto, se a personagem sofria ou não de Síndrome de Estocolmo, uma vez que é temporariamente aprisionada pela criatura por quem se apaixona depois. “Essa questão do Síndrome de Estocolmo foi algo com o qual batalhei comigo mesma no início [das gravações]. É o que acontece quando um prisioneiro se identifica e apaixona pelo seu captor”, explica Watson.

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A atriz chegou à conclusão que a sua Bela não sofre deste estado psicológico, porque se apaixonou de sua livre e espontânea vontade. “Ela não tem nenhuma das características de quem sofre deste síndrome, porque mantém a sua independência, a sua liberdade de pensamento. Na verdade, ela faz-lhe frente. Se o monstro bate com a porta, ela faz o mesmo de seguida. Ela pensa: ‘Se achas que vou ficar aqui a jantar contigo e sou tua prisioneira – estás absolutamente errado'”, conta a eterna estrela de ‘Harry Potter’.

A britânica explica ainda porque a história de amor em ‘A Bela e o Monstro’ difere de muitas outras retratadas na sétima arte. “O outro elemento lindo que vejo nesta história é que eles criam uma amizade primeiro. Existe uma partilha genuína, e o amor surge na sequência disso mesmo. O que, de várias formas, tem mais significado do que outras histórias, que se apoiam no amor à primeira vista”, remata Emma Watson.

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