É mulher a maioria dos internados em cuidados continuados

Idosa / Shutterstock

São mulheres, têm em média 76 anos, têm baixa escolaridade e desempenharam uma profissão não qualificada. Este é o perfil da maioria dos internados em unidades de cuidados continuado ou paliativos na sequência de acidentes vasculares cerebrais, neoplasias em estado avançado ou complicações respiratórias.


Leia sobre uma realidade bem diferente da portuguesa ‘‘Ser velhinha está na moda’


Dos dados publicados no estudo ‘Acesso, qualidade e concorrência nos cuidados continuados e paliativos’ da Entidade Reguladora da Saúde saltam à vista outras conclusões:

Portugal tem a maior taxa de cuidados continuados e paliativos, prestados por pessoas sem preparação nem qualificação para o fazerem. São os chamados cuidadores informais, normalmente familiares ou amigos das pessoas incapacitadas, que passam a dedicar-se inteiramente aos dependentes sem receberem qualquer compensação financeira e abandonando muitas vezes as suas ocupações profissionais. São, também, na maioria dos casos, mulheres.

Portugal tem uma das mais baixas taxas de cobertura de cuidados prestados por profissionais, em toda a Europa.

 

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